Polilaminina avança, mas fase atual ainda testa segurança
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O encontro entre Laís Souza e Bruno Drummond voltou a colocar a polilaminina no centro da atenção pública, mas o ponto científico mais importante neste momento é o estágio regulatório da pesquisa.
A Anvisa autorizou a fase 1 do estudo clínico da polilaminina para trauma raquimedular agudo, com avaliação inicial de segurança em cinco pacientes. O protocolo inclui casos agudos completos na medula torácica, com cirurgia em até 72 horas após a lesão.
O próprio órgão regulador informa que essa fase ainda não é suficiente para comprovar eficácia. O objetivo agora é monitorar riscos, eventos adversos e segurança do uso antes de qualquer avanço para fases posteriores.
A formulação testada utiliza laminina extraída de placenta humana, que é a base para formação da polilaminina. A pesquisa é desenvolvida por equipe da UFRJ, liderada por Tatiana Sampaio, e já vinha sendo associada a resultados promissores em relatos anteriores.
No caso de Bruno, divulgado por Laís e repercutido por veículos de imprensa, a recuperação funcional foi descrita como progressiva, com sinais iniciais nas semanas seguintes ao trauma e evolução ao longo da reabilitação intensiva.
Na sua opinião, a população recebe informação suficiente sobre a diferença entre resultado promissor e tratamento comprovado?
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