Os bastidores da política pernambucana já estão fervendo de olho em 2026! Se você tem acompanhado as recentes trocas de farpas entre situação e oposição em Pernambuco, saiba que há um motivo bem claro para isso. Pelo menos é o que garante o deputado estadual Antônio Moraes (PSD), vice-líder do governo na Alepe.
Em uma entrevista recente, o parlamentar colocou as cartas na mesa e afirmou que o bombardeio de críticas em cima da governadora Raquel Lyra (PSD) tem uma explicação simples: o avanço dela nas pesquisas eleitorais.
Para deixar você por dentro de tudo o que rolou nessa declaração, resumi os principais pontos dessa movimentação política. Confira:
O incômodo do crescimento
Segundo Antônio Moraes, a oposição aumentou o tom dos ataques (como os recentes pedidos de auditoria e questionamentos sobre obras) justamente porque sentiu o golpe. As últimas pesquisas mostram a governadora diminuindo a distância em relação ao prefeito do Recife, João Campos (PSB).
“Quem está liderando normalmente trabalha sem olhar para trás. Quando os ataques aumentam, isso demonstra preocupação dos adversários com o crescimento da governadora”, disparou o deputado.
Defesa da gestão e obras na ponta do lápis
Moraes aproveitou para defender com unhas e dentes o atual governo. Ele destacou que a gestão de Raquel tem entregado resultados reais, especialmente na Mata Norte (seu reduto político), com obras de infraestrutura, recuperação de rodovias, creches e cozinhas comunitárias.
Sobre a lentidão apontada por opositores em projetos como o Arco Metropolitano, ele foi direto: o dinheiro está em caixa, mas o Estado só paga conforme a obra avança, garantindo responsabilidade com o dinheiro público.
Mudança de ares: Do PP para o PSD
O deputado também explicou sua recente troca de partido. Ele deixou o Progressistas (PP) e foi para o PSD porque, no início, o PP sinalizou que não apoiaria a reeleição de Raquel Lyra. Como ele já estava fechado com as ações do governo, não pensou duas vezes em mudar para uma legenda alinhada com o projeto da governadora.
O cenário para 2026: Não tem espaço para “terceira via”
Fazendo um raio-x do futuro, Moraes cravou que as eleições de 2026 — tanto para o Governo do Estado quanto para a Presidência da República — serão altamente polarizadas. Em Pernambuco, a briga deve ficar mesmo entre Raquel Lyra e João Campos, podendo ser decidida logo no primeiro turno.
Ele também fez questão de alfinetar as gestões anteriores do PSB, ressaltando que, diferente do passado, Raquel buscou o diálogo com o governo Lula logo no início do mandato para destravar investimentos para o Estado, mesmo sem tê-lo apoiado nas eleições de 2022.
E aí, de que lado você está nessa disputa política? Acha que as críticas da oposição são perseguição ou fazem parte do jogo democrático? Deixe seu comentário aqui embaixo e vamos debater!
