Conteúdo atribuído a grupo de WhatsApp ligado a integrantes do PSB menciona reação a críticas feitas a João Campos
Supostas mensagens de um grupo de WhatsApp formado por integrantes ligados ao PSB de Pernambuco voltaram a gerar repercussão após trechos atribuídos ao presidente da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb), Daniel Saboya, mencionarem medidas contra um jornalista que havia feito críticas ao prefeito João Campos.
Segundo publicação do Blog Manoel Medeiros, as mensagens teriam sido registradas em um grupo chamado “Espaço Democrático”, que reuniria políticos, integrantes de administrações públicas e outras lideranças ligadas ao partido.
De acordo com o material divulgado pelo blog, a conversa teria ocorrido em março deste ano, após João Campos publicar um vídeo relacionado ao lançamento de sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco.
Na conversa, mensagens atribuídas a integrantes do grupo comentariam críticas feitas pelo jornalista Igor Maciel, colunista do Jornal do Commercio e âncora da Rádio Jornal. Em seguida, uma mensagem atribuída a Daniel Saboya teria sugerido colocar o profissional em uma espécie de “gabinete do ódio” e mencionado a possibilidade de quebra de sigilo bancário.
Conteúdo ainda precisa ser apurado
O próprio material divulgado informa que os registros foram apresentados sob sigilo e que a autenticidade das conversas ainda precisa ser verificada pelas autoridades competentes.
As mensagens, segundo a publicação, devem ser encaminhadas aos órgãos responsáveis para eventual investigação sobre a origem, autenticidade e possíveis responsabilidades relacionadas ao conteúdo.
O episódio levanta discussões sobre os limites da atuação política nas redes sociais e a liberdade de imprensa, especialmente em um período de intensa disputa eleitoral em Pernambuco.
Quem é Daniel Saboya
Daniel Saboya ocupa a presidência da Emlurb desde janeiro de 2025, segundo informações publicadas pelo Blog Manoel Medeiros. Antes de assumir o comando da autarquia, ele já havia exercido funções de direção na estrutura municipal.
Até que uma eventual investigação seja concluída, as mensagens devem ser tratadas como supostas conversas, sem que seu conteúdo ou autoria seja considerado definitivamente comprovado.
